Gatinhos disponíveis para apadrinhamento

Os gatinhos abaixo foram resgatados, inicialmente, para serem doados, mas por alguns motivos (descritos em cada foto), não poderão ser adotados.

Por isso, eles estão disponíveis para apadrinhamento, ou seja, se você gostou de algum deles e gostaria de adotar ou, por algum motivo também não pode adotar, pode nos ajudar com sua manutenção no Projeto, enviando, mensal ou esporadicamente, uma contribuição (financeira ou em rações, areia, medicamentos, etc).

Emília e Narizinho

Resgatadas em  19/03/2012. Um garoto chegou chorando no portão da paróquia, com as duas gatinhas nas mãos, pois sua mãe havia dito para ele ir na praça perguntar se alguém as queria, caso ninguém quisesse, para ele não voltar com elas, mas abandonar na praça! Ele não conseguiu ninguém e me pediu, com lágrimas nos olhos para eu ficar com elas! De cortar o coração! Eu quase chorei também e disse pra ele NUNCA dizer que as havia entregue na igreja (já pensou se vira ponto de abandono???). Elas deviam estar com uns dois meses, mais ou menos e cresceram muito, muito medrosas. Nem eu consigo chegar muito perto! Até para capturá-las para castração foi muito difícil. Quando eram bem pequenas, eu ainda conseguia pegar e fiz o teste, sendo negativo para Fiv e Felv! 







Luana


Chegou aqui com seus irmãos, abandonados na praça, ainda com dias, em 12 de dezembro de 2009. Os irmãos, duas meninas e um menino, todos "sialatas", foram logo adotados, mas ela ficou... É muito medrosa, mas uma gracinha. Luana é ultra-mega-medrosa e, devido a isso, não está disponível para adoção. Muito arisca, não aceita nem carinho. Luana é moradora permanente da "Dignicats House", pois ela tem o comportamento que chamam de "feral". A felicidade e o bem-estar deles é o que mais importa para nós! 
    






Cebolinha

De uma ninhada que apelidei de "Os Pulgueirinhas" (não eram gatos com pulgas, mas o contrário!), resgatados em 30 de novembro de 2010. Muito meigo, fofo, carinhoso. Um amor de gato amarelo/laranja!

Cebolinha não está mais disponível para adoção, pois já foi doado 3 vezes e não deu certo, infelizmente. Ele tem muitas dificuldades de adaptação. No novo lar, não para de chorar, não come como deveria e não bebe água. Depois da última tentativa frustrada, resolvi que ele não sairá mais daqui. Testado para Fiv e Felv, infelizmente, ele sua irmã, Magali, deram positivo, com baixa carga viral, bem baixa mesmo. Vivem no gatil desde sempre e nenhum dos demais gatos são positivos (todos testados duas vezes com intervalo de dois meses). Sempre testei "amostras" (um ou dois gatos do grupo), que sempre deram negativas. O primeiro irmão dele, foi testado assim que chegou ao novo lar, com mais ou menos um ano de idade e deu negativo. 


                                     




Magali

Irmã do Cebolinha. Ficará para fazer companhia ao irmão, já que até hoje não foi adotada (ninguém se interessou por ela!). Muito meiguinha, porém temperamental. A chamo de "Batatinha", pois parece uma batatinha mesmo! Gorda, fofa, linda! Positiva para felv, com baixa carga viral (que, inclusive, deu negativo no exame de PCR!)







Silver

Foi abandonado ainda minúsculo dentro de uma caixa, com seus três irmãos (Yuri, Nívea e Nino) e com sua mãe (Alice), no dia 19 de novembro de 2009. Nino foi adotado primeiro, depois a Nívea e, anos depois, a Alice.

Ele foi acometido por uma "enorme" pedra de estruvita na bexiga e teve que ser operado. Já está recuperado, mas como ninguém nunca o quis e ele precisa de acompanhamento, ficará definitivo por aqui (caso não apareça nenhum interessado que realmente esteja em condições de adotá-lo). 






Peter e Yara


Yara, "apareceu" andando entre as grades do meu muro, dia 09 de abril de 2009, muito miudinha. Com certeza foi colocada, pois não teria como subir aquela altura. Peter, resgatado no dia seguinte, dia do meu aniversário, 10 de abril, uma sexta-feira santa, quando eu voltava da paróquia. Muito pequenino, acuado na calçada da escola, com muito medo. Foram adotados juntos, um mês após o resgate e devolvidos cinco meses depois, (sem terem sido castrados, conforme combinado), porque o casal se separou e o pai do rapaz estava se sentindo incomodado... Nunca mais ninguém se interessou por eles... Já estão na terceira idade e eu temo doar gatos depois de tanto tempo morando no mesmo local.  Eles podem adoecer e até vir a óbito! Caso alguém se interesse por eles, ou por um deles, e queira adotá-los, o caso será analisado com muito cuidado. 








Dóris Day

Foi deixada em meu portão no dia 02 de janeiro de 2012, bem miudinha, em uma caixa-casinha de papelão, com um pratinho de ração e um pratinho de leite... assim como aconteceu no caso da Alice, o "cerumano" a deixou aqui de caso muito bem pensado. Eu não tinha câmeras ainda. Desde então, nunca ninguém se interessou em adotá-la. É uma gata bem pequena e magra, porém muito ativa. Por enquanto, ainda está para adoção, mas pode ser apadrinhada, pois nem sei se será adotada um dia...







Zé Pequeno

Ele foi resgatado no dia 29 de agosto de 2011, um dia tórrido. Estava numa rua daqui de perto, em cima de uma árvore, numa altura que dava para eu pegar. Eu estava indo para uma reunião importante, mas voltei em casa para dar-lhe os "primeiros socorros": ração, água e repouso. O nome não é alusão ao personagem do filme, mas sim porque eu achei que ele tinha uma carinha de "Zé" e porque era muito pequenininho! :) Ninguém nunca se interessou em adotá-lo. Ainda pode ser adotado, mas se alguém quiser ser seu padrinho ou madrinha, será muito bem vindo (pois nem sei se ainda tem alguma chance de adoção...)!







Charles

Esse gatão apareceu aqui faz uns três anos. Por dois anos eu o alimentei na rua, ou no telhado daqui de casa: eu subia numa escada e colocava ração e água pra ele lá. Ele já sabia a hora que eu chegava e ficava me esperando na praça, ou na calçada ou no telhado. Muito fofo! Certo dia ele sumiu! Ficou muito tempo sumido e eu até pensei que houvesse morrido, mas, de repente, apareceu de novo! Porém muito magro e com uma baba esquisita (muito melada). Ele comia com dificuldade e engasgava, mas forçava assim mesmo. Meu coração se partia cada vez que eu o via daquele jeito ou cada vez que ele não aparecia pra comer. Então, no sábado de carnaval de 2015, dia 14 de fevereiro, eu fiz o que meu coração pedia e resgatei esse menino que me ama tanto! Deixei isolado e dias depois a nossa veterinária veio fazer uma consulta e os testes nele: infelizmente deu positivo para Leucemia Felina, a FELV! E ele já ficou sintomático: tem um problema após o outro. Cura de uma doença e aparece outra! Está sendo cuidado agora por uma veterinária especialista e, mesmo assim, às vezes ele nos dá "uma surra" para conseguirmos curá-lo! Em dezembro parou de comer vários dias, emagreceu horrores e eu pensei até que não sobreviveria. Fizemos de tudo, gastamos muito em remédios e exames e ele melhorou, mas desde então, é uma doença misteriosa após a outra! Agora ele está comendo ração hipoalergênica, que é caríssima! Mas me esforço pra dar o melhor que eu puder a ele! Ele precisa muito de padrinhos e madrinhas, pois as despesas são altas! Quem sabe, você que está lendo esse relato, não se apaixona por ele e o apadrinha? ;)

Antes do resgate, ainda no telhado

Em dezembro começou uma série de doenças, uma após a outra. Está de colar até hoje, devido a essa alergia que não passa!  As ferida já estiveram muito "feias", agora quase não tem mais, mas está difícil curar totalmente!




Princesa Isabel

Essa coisinha fofa apareceu aqui em dezembro de 2011 e ficava, à noite, horas na calçada ou na praça, olhando aqui pra dentro. Ficou por vários dias assim e eu entendi o recado: estava pedindo, por caridade, que eu a resgatasse! Parecia estar grávida, me enganou mesmo! Mas dias após o resgate a barriga "sumiu" (rs). É espantoso o nível de meiguice e educação dessa Princesinha! Ela tem uma madrinha, que gostaria muito de adotá-la, mas não tem como. Só a coloquei aqui para que vocês a conheçam, pois ela está reservada para sua madrinha, quando for possível levá-la.












Nenhum comentário:

Postar um comentário